Este Blog tem o objetivo de informar e declarar meus pensamentos em relação aquilo que acredito.
segunda-feira, 20 de julho de 2015
Vagas em creche é um sonho em Curitiba
Assim como na saúde, também a educação esta passando momentos difíceis nesta gestão de Gustavo Fruet, erraram quando acabaram com o Programa mãe Curitibana e com descredenciamento de prestadores de serviços especializados; E ainda como se não bastasse a notícia agora é a falta de vagas nas creches de Curitiba, todos estamos esperando para que pelo menos algumas das promessas de campanha fossem cumpridas.
A fila de espera por uma vaga nas creches de Curitiba persiste na casa das 10 mil crianças há alguns anos e não deve ter qualquer mudança significativa nos próximos anos. Desde o início do governo de Gustavo Fruet (PDT), a prefeitura diz ter assegurado 7.804 novas vagas para crianças de 0 a 5 anos. Nem todas, no entanto, são ofertadas atualmente, já que fazem parte delas 16 creches em construção e outras oito aguardando ordem de serviço. De 2013 até agora foram 10 os concluídos. As informações são do Metro/Curitiba.
A prefeitura admite que faltam 9.888 novas vagas nas creches, segundo resposta da prefeitura ao requerimento do vereador Serginho do Posto (PSDB) em abril. A grande parte se concentra de 0 a 3 anos. Entre os destaques da LDO de 2016 para a educação – subiu de R$ 1,329 bi para R$ 1,496 bilhão, ou de 27,9% para 30% das receitas municipais – estão a construção de somente quatro creches, além da reforma e ampliação de outras 5.
terça-feira, 7 de julho de 2015
Fruet tem rejeição de 62% da população
O prefeito de Curitiba Gustavo Fruet vive um momento difícil em sua administração, não é novidade sua baixa popularidade desde que assumiu a prefeitura em janeiro de 2013, marcado pela falta de obras a administração Fruet vem sofrendo com o que chamamos de síndrome do arrependimento, os eleitores estão sentindo falta dos transtornos das obras que foram os alvos de ataques da campanha Fruet contra seu principal adversário na campanha de 2012, ao que em meu ver deu certo e a população preferia uma administração que fizesse obras mas com planejamento estratégico para que as obras não atrapalhasse tanto a vida dos Curitibanos; Então vem esta nova administração que conta com grandes nomes em todas a secretarias, mas que não deslancham e muito ao contrário do que se esperava retrocede em alguns pontos que sempre foram marcas das administrações anteriores como o transporte coletivo, saúde e educação.
No transporte coletivo vemos que não existe acordos viáveis com as empresas e a passagem subiu muito acima do esperado, a população tem sofrido e a integração esta cada dia pior sem falar nos ônibus que estão sucateados, quase acabaram com a tarifa da domingueira enfim em termos de transporte público Curitiba hoje não detem mais o título de capital exemplo.
Saúde Pública, estamos vivendo os piores dias de todos os tempos na área de saúde, pois o que vemos hoje nas mídias são simplesmente um descaso total, pessoas morrendo nas portas dos equipamentos de saúde sem atendimento qualificado, falta de medicamentos nas Unidades de saúde, profissionais sofrendo assédio moral, não acontece concurso público de saúde nesta gestão, inauguram unidades de saúde sem previsão de profissionais para ocupar os cargos necessários, enfim na saúde tudo esta indo muito mal.
Na Educação o que vemos são profissionais insatisfeitos com salários, promessas de melhores ajustes e mais manutenção nas escolas que ai estão, sem falar na falta de vagas em creches de toda a cidade, pois as 15 mil vagas prometidas em campanha não chegaram nem a 10. Também se fala muito em manutenção das vias, neste quesito ai sim é que fica difícil, veja bem os chamados tapa buracos, estes são feitos e deixam uma lombada em cada buraco, ao invés de quebrar seu carro com um buraco agora quebra como um barraco. Neste sentido não fica difícil identificar o motivo pelo qual os índices de reprovação esta tão alto, como nunca tínhamos visto antes, as eleições de 2016 já estão as portas, e o eleitor hoje esta bem mais consciente e com certeza isso será levado em conta na hora de votar. Em Curitiba hoje tem muita gente se colocando a candidato a prefeito pois com esta rejeição a corrida fica mais acirrada, e vemos que já podemos ver muita gente se articulando para ocupar este cargo no executivo da capital Paranaense, alguns nomes já conhecidos estão colocando seus nomes a disposição da população como o do ex- prefeito e agora Deputado Federal Luciano Ducci, que em sua gestão deu prioridade nas obras de mobilidade urbana e com muita competência em apenas dois anos construiu binários, revitalizou importantes vias da cidade dando mais mobilidade para quem não tem como deixar seus carros em casa, neste sentido o atual prefeito tem investido muito dinheiro em ciclovías, nada contra porém o que vemos é que o Curitibano na sua maioria não gosta de andar de bicicletas pois nossa cidade não é plana e como sempre tivemos grande investimentos em vias para melhorar o transito da cidade e um transporte de qualidade muito pouca gente andava de bicicleta, mas tudo isso serve para que possamos refletir sobre as mudanças na política, será que as mudanças sempre trazem melhorias?
segunda-feira, 8 de junho de 2015
Auditores fiscais financiaram deputados de oposição
Nada difícil de entender certas atitudes de alguns deputados, Em uma rápida busca no site do TSE, ( Tribunal Superior Eleitoral) no ícone de prestação de contas de campanhas de 2014, logo se encontra que auditores fiscais da Receita Estadual do Paraná fizeram doações de recursos para as campanhas dos deputados estaduais Péricles de Melo (PT), Tadeu Veneri (PT), Nereu Moura (PMDB) e para Mário Verri (PT) – irmão do presidente estadual do PT, deputado Enio Verri. Mario Verri não se elegeu.
sábado, 6 de junho de 2015
APP levanta acampamento e põe fim a greve
Hora de voltar ao trabalho, mesmo com um prejuízo incalculável para a educação no Estado do Paraná os professores desmontam o acampamento no centro cívico em Curitiba, com os acordos firmados a APP sindicato sinaliza o fim das greves, vale lembrar que com muitos dias parados os professores não terão tempo para repor as aulas e praticamente este ano já esta prejudicado, também fica muito prejudicado os alunos do ensino médio que estão indo para faculdades e universidades; a aluna do ensino médio Vanessa Azolim Ribas relata que esta muito decepcionada com tudo isso e que a culpa não é dos alunos que acabaram pagando o pato em uma briga que na visão dela é mais política que defesa dos interesses profissionais.
MORTE EM CURITIBA RENDE SÓ COM IMPOSTOS R$ 500.000,00 POR MÊS...
Curitiba tem um sistema de rodízio de funerária que serve como exemplo para o Brasil, mas de uns tempos para cá estamos vendo que não estão respeitando o código de defesa do consumidor, muitos relatos de cobrança abusiva de serviços que não constam no objeto de licitação para concessão do direito de explorar este serviço que é público; A pouco mais de seis meses a Femoclam (Federação da Associações de Moradores de Curitiba e região Metropolitana) e a UGT (União Geral dos Trabalhadores) colheram mais de 60 mil assinaturas e entraram com um pedido de projeto de iniciativa popular para rever a prestação deste serviço para a população, o que causou estranheza foi o fato do projeto de iniciativa popular não ter passado nem mesmo na comissão de constituição da câmara Municipal de Curitiba e foi arquivado sem mesmo ouvir os representantes do projeto, que com muito sacrifício buscaram assinaturas de alguns dos vereadores da capital para que no minimo a discussão fosse para o plenário da câmara a fim de esclarecer alguns pontos do projeto, como a tanatopraxia que é um serviço que atualmente é cobrado pelas funerárias e custam até R$3.000,00 e que nem sempre é preciso ser feito, sem falar na ornamentação transporte e outros serviços que o consumidor não tem o direito de fazer cotação.
Fomos ouvir algumas pessoas que passaram por este tipo de serviço e fomos surpreendidos com alguma histórias que nos assustaram como, a de uma senhora que nos relatou que quando seu pai faleceu e ela foi tomar as providencias necessárias ficou perplexa quando escolheu um caixão que nem era tão barato assim e o atendente lhe informou que poderia sim ser este modelo de caixão, porém deveriam cortar as pernas de seu pai para caber; Um constrangimento para oferecer um caixão que custaria o dobro do valor, sem falar no custo do transporte que pela concessão não poderia ser cobrado e assim mesmo custou R$ 150,00, uma coroa que em qualquer lugar custaria R$ 90,00 foi lhes vendida por R$ 250,00; É sabido que a prefeitura atualmente recebe em média R$ 500.000,00 (quinhentos mil reais) por mês somente em impostos deste serviço, e aí vem a pergunta a prefeitura esta aí para ter lucros? ou deveria fiscalizar e assim cuidar com que a população seja atendida com um serviço público de qualidade e preço justo.
segunda-feira, 1 de junho de 2015
Vereador Manfron almoça com a Melhor idade em Santa Felicidade
Almoço com Vereador Aldemir Manfron acompanhado do prefeito Gustavo Fruet a primeira dama Marcia o senhor Fernando Guedes assessor do prefeito e a Senhora Maria José Cerenato administradora da Regional de Santa felicidade, em uma confraternização especial com as Senhoras da melhor idade, este pessoal desenvolve um trabalho fantásticos em seus grupos de atuação e que nesta data se reúnem em comemoração ao dia das mães, evento este ganizado pela Fas (Fundação de Ação Social).
sábado, 9 de maio de 2015
CEASA da exemplo de gestão
O CEASA conta com o Mercado de flores.
Local destinado a comercialização de flores, mudas, plantas e acessórios para floricultura como: vasos, suportes, substratos orgânicos, por produtores e suas organizações e atacadistas do setor; Com uma infraestrutura de muita qualidade e com preços acessíveis você tem a oportunidade de fazer suas compras com muita comodidade, o CEASA nesta gestão tem dado exemplo de crescimento com sustentabilidade e o diferencial é a qualidade na gestão de pessoal com valorização do ser humano e com uma visão moderna tem feito um relacionamento com a comunidade local e de toda cidade, a exemplo as parcerias com escolas, associações, igrejas e também comunidades terapêuticas, esta parceria se da pela sensibilidade e passado do amigo João do Suco, como gosta de ser chamado.
Você pode fazer uma visita ao CEASA pelo Endereço: BR 116 - Km 111, Nº 22.881 - Tatuquara.
quarta-feira, 6 de maio de 2015
Leoa em Brasilia e Gatinha Manhosa aqui!
Paulo Rossi, presidente da UGT do Paraná, ironizou o que considera conduta bipolar da senadora Gleisi Hoffmann. Veja o que ele disse:
— Gostaria de ver a senadora Gleisi Hoffmann(PT) agir com a mesma veemência em relação às MP’s 664 e 665, do governo Dilma e que tiram direitos trabalhistas e sociais, como o projeto de lei da previdência dos servidores do Paraná, tão combatido pela ilustre senadora. Infelizmente, aqui no Paraná, ela se comporta como uma leoa, mas em Brasília ela vira uma gatinha manhosa.
- Paulo Rossi não economiza palavras, com um caráter inviolável Rossi fala o que quer e conta com o apoio de seus filiados, foi o que vimos no 3º congresso da UGT que aconteceu em Guaratuba no Pr.
segunda-feira, 4 de maio de 2015
De olho no próprio umbigo
Com Dilma, o Brasil esqueceu que há um mundo lá fora. Por Hubert Alquéres.
Poucas vezes na história brasileira o país foi tão ausente do cenário internacional como agora. É como se não tivéssemos política externa. As crises ética, econômica e política são tão grandes que a presidente Dilma Rousseff simplesmente esqueceu que há um mundo lá fora. Olha apenas para o próprio umbigo.
A irrelevância da política externa do atual governo antecede às crises. Com o fracasso do sonho megalomaníaco de Lula, do Brasil ser um polo alternativo aos Estados Unidos até mesmo no Oriente Médio, sua sucessora fechou-se em um casulo.
O terceiro-mundismo de Lula era proativo. O de Dilma é passivo.
Sua presença no concerto das nações foi até agora meramente protocolar, sem exercer sequer liderança na América do Sul, que dirá no continente.
Durante dois anos ficou de birra com os Estados Unidos, como se ainda vivêssemos nos tempos do “yankees go home”.
No final do semestre vai, finalmente, visitar os EUA, para normalizar uma relação com quem sempre foi um essencial parceiro do ponto de vista comercial.
Não nos iludamos, a presidente vai apenas cumprir tabela. Na volta, o mais provável é que continue de costas para o mundo, como se as crises humanitárias não nos dissessem respeito, como se as cadeias produtivas não fossem uma das grandes tendências do planeta.
Ou como se o Brasil pudesse se dar ao luxo de dispensar acordos bilaterais para se integrar, de fato, na economia mundial.
Todas as apostas do petismo na política externa deram em nada: a prioridade para a relação Sul-Sul e as fichas postas no BRICS, contraposição ao peso da União Europeia e do mercado norteamericano.
O Brasil desindustrializado importa cada vez mais bens manufaturados e exporta matérias primárias, de pouco valor agregado. Por força de erros cometidos no governo Lula e magnificados por Dilma, o petismo está condenando o país a ter uma posição subalterna na divisão internacional do trabalho, a ter uma relação de semi-colônia com os grandes players da economia mundial.
Como se isto fosse pouco, ficamos prisioneiros do Mercosul, dependentes da concordância da Argentina, da Venezuela, da Bolívia para assinar acordos bilaterais com países fora do bloco.
Enquanto isto México, Peru e Chile nadam de braçada, intensificam relações com os Estados Unidos e outros mercados.
E a Argentina, claro, impõe condições às exportações brasileiras e celebra acordo de cooperação econômica e de investimentos com a China.
Em política externa, as coisas acontecem assim. Cada país prioriza seus interesses. Cristina Kirchner, portanto, não está errada.
Quem erra é a nossa presidente, que não observa um princípio elementar de qualquer política externa soberana.
O Itamaraty sempre teve uma política altiva, pautada pela defesa dos interesses nacionais, pela construção de relações pacíficas entre os países e a rigorosa observância dos princípios da não ingerência, da democracia e do respeito aos direitos humanos. Além de um certo pragmatismo no comércio exterior como foi o caso das gestões de Luiz Felipe Lampreia ou Fernando Henrique Cardoso como chanceleres.
No governo Dilma o Itamaraty não tem qualquer relevância. Estamos não apenas perdendo o bonde da história, mas também este legado.
E por falar em irrelevância, quem, de bate-pronto, sabe dizer o nome do atual chanceler?
sábado, 2 de maio de 2015
Chegou a hora do LULA?
Uma reportagem da revista “Época” diz que a Procuradoria da República em Brasília abriu uma investigação contra o ex-presidente Lula por tráfico de influência internacional e no Brasil. Segundo a revista, Lula é suspeito de usar sua influência para facilitar negócios da empreiteira Odebrecht com governos estrangeiros onde faz obras financiadas pelo BNDES.
Um trecho reproduzido da peça da Procuradoria fala em “supostas vantagens econômicas obtidas, direta ou indiretamente, da empreiteira Odebrecht pelo ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva, entre os anos de 2011 a 2014, com pretexto de influir em atos praticados por agentes públicos estrangeiros, notadamente os governos da República Dominicana e Cuba, este último contendo obras custeadas, direta ou indiretamente, pelo BNDES”.
Para os procuradores, diz “Época”, relações de Lula com a construtora, o banco e os chefes de Estado podem ser enquadradas, “a princípio”, em artigos do Código Penal.
“Considerando que as obras são custeadas, em parte, direta ou indiretamente, por recursos do BNDES, caso se comprove que […] Lula também buscou interferir em atos práticos pelo presidente do mencionado banco (Luciano Coutinho), poder-se-á, em tese, configurar o tipo penal do artigo 332 do Código Penal (tráfico de influência)”, diz trecho da peça reproduzido.
Leia trecho da reportagem
As suspeitas de tráfico de influência internacional sobre o ex-presidente Lula
O Ministério Público Federal abre uma investigação contra o petista – ele é suspeito de ajudar a Odebrecht em contratos bilionários
Thiago Bronzatto e Filipe Coutinho, Época
Quando entregou a faixa presidencial a sua pupila, Dilma Rousseff, em janeiro de 2011, o petista Luiz Inácio Lula da Silva deixou o Palácio do Planalto, mas não o poder. Saiu de Brasília com um capital político imenso, incomparável na
história recente do Brasil. Manteve-se influente no PT, no governo e junto aos líderes da América Latina e da África – líderes, muitos deles tiranetes, que conhecera e seduzira em seus oito anos como presidente, a fim de, sobretudo,
mover a caneta de seus respectivos governos em favor das empresas brasileiras. Mais especificamente, em favor das grandes empreiteiras do país, contratadas por esses mesmos governos estrangeiros para tocar obras bilionárias com dinheiro,
na verdade, do Banco Nacional de Desenvolvimento, o BNDES, presidido até hoje pelo executivo Luciano Coutinho, apadrinhado de Lula. Como outros ex-presidentes, Lula abriu um instituto com seu nome. Passou a fazer por fora (como ex-
presidente) o que fazia por dentro (como presidente). Decidiu continuar usando sua preciosa influência. Usou o prestígio político para, em cada negócio, mobilizar líderes de dois países em favor do cliente, beneficiado em seguida com
contratos governamentais lucrativos. Lula deu início a seu terceiro mandato. Tornou-se o lobista em chefe do Brasil.
Nos últimos quatro anos, Lula viajou constantemente para cuidar de seus negócios. Os destinos foram basicamente os mesmos – de Cuba a Gana, passando por Angola e República Dominicana. A maioria das andanças de Lula foi bancada pela
construtora Odebrecht, a campeã, de longe, de negócios bilionários com governos latino-americanos e africanos embalada por financiamentos do BNDES. No total, o banco financiou ao menos US$ 4,1 bilhões em projetos da Odebrecht em países
como Gana, República Dominicana, Venezuela e Cuba durante os governos de Lula e Dilma. Segundo documentos obtidos por ÉPOCA, o BNDES fechou o financiamento de ao menos US$ 1,6 bilhão com destino final à Odebrecht após Lula, já como ex-presidente, se encontrar com os presidentes de Gana e da República Dominicana – sempre bancado pela empreiteira. Há obras como modernização de aeroporto e portos, rodovias e aquedutos, todas tocadas com os empréstimos de baixo custo do BNDES em países alinhados com Lula e o PT. A Odebrecht foi a construtora que mais se beneficiou com o dinheiro barato do banco estatal. Só no ano passado, segundo estudo do Senado, a empresa recebeu US$ 848 milhões em operações de crédito para tocar empreendimentos no exterior – 42% do total financiado pelo BNDES. Há anos o banco presidido por Luciano Coutinho resiste a revelar os exatos termos desses financiamentos com dinheiro público, apesar de exigências do Ministério Público, do Tribunal de Contas da União e do Congresso. São o segredo mais bem guardado da era petista.
Moralmente, as atividades de Lula como ex-presidente são, no mínimo, questionáveis. Mas há, à luz das leis brasileiras, indícios de crime? Segundo o Ministério Público Federal, sim. ÉPOCA obteve, com exclusividade, documentos que revelam: o núcleo de Combate à Corrupção da Procuradoria da República em Brasília abriu, há uma semana, investigação contra Lula por tráfico de influência internacional e no Brasil. O ex-presidente é formalmente suspeito de usar sua influência para facilitar negócios da Odebrecht com representantes de governos estrangeiros onde a empresa toca obras com dinheiro do BNDES. Eis o resumo do processo: “TRÁFICO DE INFLUÊNCIA. LULA. BNDES. Supostas vantagens econômicas obtidas, direta ou indiretamente, da empreiteira Odebrecht pelo ex-presidente da República Luis Inácio Lula da Silva, entre os anos de 2011 a 2014, com pretexto de influir em atos praticados por agentes públicos estrangeiros, notadamente os governos da República Dominicana e Cuba, este último contendo obras custeadas, direta ou indiretamente, pelo BNDES”.
Os procuradores enquadram a relação de Lula com a Odebrecht, o BNDES e os chefes de Estado, a princípio, em dois artigos do Código Penal. O primeiro, 337-C, diz que é crime “solicitar, exigir ou obter, para si ou para outrem, vantagem ou promessa de vantagem, a pretexto de influir em ato praticado por funcionário público estrangeiro no exercício de suas funções, relacionado a transação comercial internacional”. O nome do crime: tráfico de influência em transação comercial internacional. O segundo crime, afirmam os procuradores, refere-se à suspeita de tráfico de influência junto ao BNDES. “Considerando que as mencionadas obras são custeadas, em parte, direta ou indiretamente, por recursos do BNDES, caso se comprove que o ex-presidente da República Luís Inácio Lula da Silva também buscou interferir em atos práticos pelo presidente do mencionado banco (Luciano Coutinho), poder-se-á, em tese, configurar o tipo penal do artigo 332 do Código Penal (tráfico de influência)”, diz o documento.
A investigação do MPF pode envolver pedidos de documentos aos órgãos e governos envolvidos, assim como medidas de quebras de sigilos. Nas últimas semanas, ÉPOCA obteve documentos oficiais, no Brasil e no exterior, e entrevistou burocratas estrangeiros para mapear a relação entre as viagens internacionais do ex-presidente e de integrantes do Instituto Lula com o fluxo de caixa do BNDES em favor de obras da Odebrecht nos países visitados. A papelada e os
depoimentos revelam contratos de obras suspeitas de superfaturamento bancadas pelo banco estatal brasileiro, pressões de embaixadores brasileiros para que o BNDES liberasse empréstimos – e, finalmente, uma sincronia entre as
peregrinações de Lula e a formalização de liberações de empréstimos bilionários do banco estatal em favor do conglomerado baiano.
A Odebrecht tem receita anual de cerca R$ 100 bilhões. É uma das principais empreiteiras investigadas pela Operação Lava Jato, que desmontou um esquema de pagamento de propinas na Petrobras. Segundo delatores, a construtora tinha um método sofisticado de pagamento de propinas, incluindo remessas ao exterior trianguladas com empresas sediadas no Panamá. A empreiteira, que foi citada pelo doleiro Alberto Youssef e por ex-funcionários do alto escalão da Petrobras, nega as acusações.
sexta-feira, 24 de abril de 2015
MANFRON VIABILIZA ASFALTO NA RUA JOÃO NATAL SLOMPO
Através de recurso financeiro proveniente de uma emenda orçamentária do Vereador Aldemir Manfron de numero 302.00149.2012 a Rua João Natal Slompo em Santa Felicidade agora passa a ter pavimentação asfáltica em toda a sua extensão. O pedido vinha há muitos anos sendo feito pelos moradores locais que argumentavam que em dias de sol a poeira incomodava a todos e em dias de chuva havia muita lama que impedia que muitos veículos pudessem chegar ao final da rua. O Vereador Manfron sensibilizado com este pedido apresentou então a emenda orçamentária em 2012 destinando o valor de R$ 248.000,00 para obras de pavimentação e agora após longo processo de licitação e escolha de empreiteiras a obra passou a ser executada. Manfron sente-se satisfeito em mais uma vez ter proporcionado melhoria da qualidade de vida da população de nossa região.
terça-feira, 21 de abril de 2015
Mais de R$ 2,4 bilhões é a dívida da União com o Paraná
As dívidas do governo federal com o Paraná já alcançam R$ 2,4 bilhões em 2015. São R$ 439 milhões devidos como compensação da desoneração de ICMS nas exportações; R$ 520 milhões para o custeio das ações de saúde e outros R$ 433 milhões referentes à mudança do indexador e dos juros da dívida renegociada com a União. Aos municípios paranaenses, a União deve mais R$ 1 bilhão em restos à pagar – pagamentos de obras e serviços nas áreas de educação, saúde e infraestrutura.
“É um absurdo. A União não pode fazer o seu ajuste fiscal à custa do Paraná e da sua população”, afirma o secretário da Fazenda, Mauro Ricardo Costa.
Ele ressalta que é urgente a regulamentação da mudança do indexador e dos juros das dívidas dos estados e municípios, aprovada no ano passado. “Não podemos acatar a proposta de que isso aconteça somente em 2016”, diz o secretário. Pela nova lei, as dívidas estaduais e municipais com a União seriam corrigidas pelo IPCA mais juros de 4% ao ano, limitada à variação da Selic.
ECONOMIA – O Paraná contraiu um financiamento de R$ 5,6 bilhões em 1998, com pagamento em 30 anos, corrigidos pela variação do IGP-DI mais 6% de juros ao ano. Já pagou até março de 2015 um total de R$ 12,6 bilhões e continua a dever R$ 9,3 bilhões. Ou seja, a soma do que já foi quitado e do que ainda terá de desembolsar chega a R$ 22 bilhões.
Com a mudança já aprovada, o Paraná teria uma economia de R$ 151,3 milhões em 2015 e ainda receberia de volta R$ 282,5 milhões pagos a mais em 2013 e 2014. Até 2028, a diferença chegaria a R$ 3 bilhões em favor do Paraná, por isso a necessidade de que a regulamentação não seja mais adiada.
EXPORTADORES – No ano passado, a União deixou de pagar R$ 108,2 milhões referentes ao auxílio financeiro aos estados exportadores (valor que inclui a parcela dos municípios).
Os repasses da Lei Kandir também não foram feitos no primeiro trimestre de 2015, acrescentando R$ 49,2 milhões à dívida. De abril a dezembro, outros R$ 147,5 milhões teriam de ser transferidos ao Paraná referentes a compensações da Lei Kandir (que causou perdas na arrecadação de impostos estaduais) e mais R$ 134,4 milhão deveriam ser pagos como auxílio financeiro devido por desonerações nas exportações.
No caso das dívidas de R$ 520 milhões com a área de saúde, várias despesas de responsabilidades da União não foram repassadas, inclusive as relativas a medicamentos de alto custo, que o estado teve de custear.
No último encontro do Codesul, em Campo Grande (MS), os governadores da região trataram dessas e de outras pendências no relacionamento com a União.
Além do fim dos atrasos nos repasses, os estados vão pedir a isenção da contribuição ao Pasep, mudanças nas regras de pagamento de precatórios e na utilização de depósitos judiciais, além da desvinculação constitucional de 20% da receita de estados e municípios.
terça-feira, 7 de abril de 2015
Fruet sente pressão em aumentar próprio salário para R$ 33 mil
O colunista Celso Nascimento, da Gazeta do Povo, conta que Gustavo Fruet (PDT) está sendo ameaçado por um grupo de 100 servidores que exige o reajuste do salário do prefeito ao limite do teto do STF, pouco mais de R$ 33 mil. Os “insurgentes”, segundo Nascimento, se articulam para que Fruet seja enquadrado por improbidade administrativa por não reajustar o próprio salário. “Com o congelamento do salário do prefeito em R$ 26,7 mil, também ficam congelados os salários dos marajás. Caso Fruet ceda à pressão, o impacto seria da ordem de R$ 100 milhões/ano nos cofres municipais”, Mas diante do decreto 1099/2015 que obriga o corte de gastos em todas as secretarias de no minimo 10% seria impossível esta manobra dos marajás, fica para a próxima quem sabe em outra ocasião o prefeito possa ter seu salario aumentado.
quarta-feira, 1 de abril de 2015
Máfia das funerárias parte ll
Máfia das funerárias! a quem interessa arquivar o projeto?
Hoje 04/04/2015 a comunidade venceu uma etapa, mas quero dizer que não é fácil abrir um diálogo com alguns vereadores de Curitiba, um projeto de inciativa popular com mais de 70 mil assinaturas reconhecida pelo ministério público como relevante aos cidadãos quase teve seu projeto engavetado, pois alguns vereadores não queriam nem saber do que se tratava e não assinou o requerimento que encaminhamos para que seja discutida na câmara, mas felizmente com muito empenho conseguimos o numero minimo de assinatura com os vereadores que querem discutir o projeto e se acharem que vai beneficiar a comunidade votarem a favor, logo vamos divulgar os nomes dos vereadores que não querem nem tomar ciência dos projetos que beneficiam os menos favorecidos. João Santana
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