Este Blog tem o objetivo de informar e declarar meus pensamentos em relação aquilo que acredito.
quinta-feira, 3 de novembro de 2016
Greca Prefeito, Deputado Luciano Ducci do PSB fez o dever de casa
Eleições para prefeitura de Curitiba teve mais que um vitorioso, com uma equipe capaz de articular os melhores resultados em eleições, o Deputado Federal e ex Prefeito de Curitiba Dr. Luciano Ducci (PSB) foi o principal articulador da campanha de Rafael Greca a prefeito neste pleito de 2016, com uma equipe fantástica que logo se juntou com outra equipe não menos eficiente, fizeram da campanha de Greca a vitoriosa, analisando o pleito de 2016 vemos uma forte tendencia de novas alianças se formando e outras se desfazendo visando o governo estadual em 2018, muito se fala no rompimento de Ratinho Junior com Beto Richa ou seja PSD deve deixar a base aliada do governo para se aliar aos adversários de Beto Richa que muito provavelmente será candidato a Senador pelo Paraná, fato este que ainda não é confirmado pelos assessores de Beto Richa, mas a que tudo indica esta caminhando para este fim.
Curitiba nos ultimos quatro anos perdeu muito em qualidade de vida, uma cidade opaca, sem brilho e que esperamos seja revertido pela equipe de Rafael Greca, "Diz o Sr. Irineu Afranio do bairro Santa Felicidade".
terça-feira, 1 de novembro de 2016
Base do Governo Richa elege 75% dos prefeitos do Paraná
Valdir Rossoni, chefe da Casa Civil e deputado federal licenciado, disse que a eleição de Rafael Greca para a prefeitura de Curitiba consolidou a força do grupo aliado a Beto Richa, ainda mais porque o vice-prefeito eleito, Eduardo Pimentel, foi indicação do governador e se apresenta como um dos mais qualificados quadros políticos da nova geração. Ao analisar o quadro das eleições municipais, Rossoni disse que Richa consolida uma base de apoio nunca antes vista. “O PSDB elegeu 66 prefeitos e os partidos da base aliada do governador elegeram 236 chefes do Executivo para os próximos quatro anos. Juntos, representam 75% das 399 cidades do Paraná”, disse o chefe da Casa Civil.
Rossoni considera que o resultado das urnas mostra o descrédito dos que apoiaram os governos do PT. “Por outro lado, confirma a confiança que os prefeitos estão depositando no governador. Eles sabem que mesmo diante da crise nacional, o Paraná está com as contas equilibradas e não deixou de investir nos municípios nas áreas prioritárias de Educação e Saúde e na infraestrutura”, analisou.
Para Rossoni estas eleições também revelam que a população apoia a maneira que governador tem agido em relação à greve dos professores e às escolas ocupadas. “Ele foi equilibrado nas medidas que tomou e fez isso na hora certa, apesar das provocações”, afirmou o chefe da Casa Civil.
Ele explica que o governador sempre abriu as portas do Palácio para o diálogo com os grevistas e estudantes, “mas a sociedade não pode pagar o preço de quem não aceita conversas e age com radicalismo e motivação política”.fonte: Fabio Campana.
SESA recebe prêmio por apoio ao trabalho com pessoas em situação de fragilidade
A Secretaria estadual da Saúde recebeu nesta quinta-feira (27) o prêmio “Ações pela Vida”, da Associação Fênix. Além da homenagem à Secretaria, a Divisão estadual DST/Aids, Hepatites Virais e Tuberculose e a chefe do Centro estadual de Epidemiologia, Júlia Cordellini, também receberam o troféu.
“Buscamos sempre dar suporte ao trabalho de ONGs que, assim como a Secretaria da Saúde, têm a missão de ajudar pessoas em situações de fragilidade e trazer mais qualidade de vida a essa parcela da população paranaense. É uma honra ter esse apoio reconhecido”, comenta o secretário de Estado da Saúde em exercício, Sezifredo Paz.
SESA recebe prêmio por apoio ao trabalho com pessoas em situação de fragilidadeA Associação Fênix trabalha com crianças, adolescentes e jovens portadores de HIV/Aids e vítimas de abuso sexual e violência doméstica, e com suas famílias e cuidadores. Fundada em 2006, a instituição oferece atendimento psicológico, fonoaudiólogo, acompanhamento jurídico e social, mediação de conflitos e atua na prevenção e proteção dos direitos das vítimas.
No ano em que completa uma década de existência, a instituição criou o prêmio para agradecer às diversas instituições que colaboram com o trabalho realizado pela ONG. A Secretaria da Saúde apoia os projetos com incentivo financeiro e com conhecimento técnico para a elaboração de eventos, palestras, oficinas e capacitações organizadas pela Associação.
A médica hebiatra da Secretaria, Júlia Cordellini, também foi homenageada. “Desde o início, colaboro com as atividades da Associação Fênix. Essa é uma oportunidade de crescimento conjunto no que diz respeito a temas tão desafiadores para nossa sociedade”, conta.
quinta-feira, 27 de outubro de 2016
Requião Filho pede benefícios que o pai não concedeu
O deputado Requião Filho (PMDB) saiu em defesa dos estudantes que ocupam as escolas no Paraná. Aproveitou a tribuna para criticar a atual falta de valorização dos professores. Enquanto ouvia o discurso, um dos deputados lembrou que Requião pai, quando governador, recorreu ao Supremo Tribunal Federal para não pagar o piso nacional ao magistério paranaense. Além disso, se negou a ampliar a hora-atividade. “Hoje, o governo paga mais que o piso e a hora-atividade aumentou 75%. Ele ainda quer surfar na falta de valorização dos professores”.Fonte: Fabio Campana
quarta-feira, 26 de outubro de 2016
Ney escreve a mão carta de rompimento
O candidato do PSD, Ney Leprevost, respondeu ao governador Beto Richa com mensagenm escrita a mão, em papel comum, entregue ao jornal Gazeta do Povo. “Governador, cuide do Estado. Os curitibanos vão escolher quem vai cuidar de Curitiba”.
Significa que se Ney Leprevost vencer, iniciará à frente da Prefeitura como o seu antecessor, Gustavo Fruet, em péssima relação com o governo estadual, isso com toda certeza não seria um bom negocio pois as relações devem ser amistosas sem ideologias partidarias para que os cidadãos não sofram como sofreram estes ultimos 4 anos.
terça-feira, 25 de outubro de 2016
Morre Capitão do tri, Carlos Alberto Torres aos 72 anos
Um dos maiores jogadores da história do futebol mundial, Carlos Alberto Torres faleceu nesta terça-feira, vítima de um infarto fulminante no Rio de Janeiro. O ex-lateral-direito trabalhava como comentarista do canal Sportv, onde fez sua última aparição na TV no domingo.
A ESPN BRASIL EXIBE NESTA TERÇA-FEIRA, ÀS 00H (BRASÍLIA), A REPRISE DO "BOLA DA VEZ" COM CARLOS ALBERTO TORRES.
Nascido em 17 de julho de 1944, no Rio de Janeiro (RJ), Carlos Alberto Torres atuou por Fluminense, Botafogo, Santos, Flamengo e New York Cosmos.
O lateral-direito era o capitão da seleção brasileira na Copa do Mundo de 1970, que encantou o mundo com Pelé, Tostão, Rivellino e cia, conquistando o tricampeonato, no México, ao vencer a Itália por 4 a 1 na grande final.
Ele também tentou a carreira como treinador, iniciada em 1983 e terminada em 2005, passando por clubes como Corinthians, Flamengo, Fluminense, Botafogo, Paysandu e Atlético Mineiro. O último time que comandou foi o "Papão", em 2005.
Como jogador, Carlos Alberto conquistou três títulos Cariocas pelo Fluminense, dois Brasileiros, um Rio-São Paulo e cinco Paulistas pelo Santos.
Seguindo Tendencia, Tucano será o próximo prefeito de Porto Alegre, aponta Paraná Pesquisas
De acordo com os números do Instituto Paraná Pesquisas divulgados nesta terça-feira, 25, o deputado Nelson Marchezan Junior (PSDB) será o próximo prefeito de Porto Alegre. Marchezan Junior lidera, de forma absoluta o levantamento, com 49,9% das intenções de voto neste segundo turno. Sebastião Melo (PMDB) tem 30,4%.
Nos votos válidos: Marchezan Junior tem 62,2% e Sebastião Melo, 37,8%. O Paraná Pesquisas entrevistou 820 eleitores entre os dias 20 e 24 de outubro. O grau de confiança é de 95% e a margem de erro de 3,5%. Independente do voto, os entrevistados apontaram Marchezan Júnior, com 61,3%, como o próximo prefeito da capital gaúcha. Melo, nesta questão, teve 22,4%. A pesquisa está registrada no TSE sob o nº RS-04001/2016.
sexta-feira, 21 de outubro de 2016
Prisão de Eduardo Cunha aumenta medo de delação premiada
Prisão preventiva do ex-deputado Eduardo Cunha causa apreensão em Brasília sobre eventual colaboração com a Justiça, que pode dar novo fôlego às investigações da Operação Lava-Jato
“É a queda da República”, disse o presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara, o deputado federal Osmar Serraglio (PMDB-PR). “Eu não sei quem tem a temer. Algumas pessoas sabem o que fizeram durante esse período. Essas pessoas que fizeram coisa errada, pode ser que estejam com medo. Uma coisa é o Eduardo Cunha fora da cadeia, outra é o Eduardo Cunha na cadeia”, também comentou o deputado Paulo Pereira da Silva, o Paulinho da Força Sindical, um dos amigos e aliados do ex-deputado. A prisão preventiva do ex-presidente da Câmara, por ordem do juiz federal Sérgio Moro, que coordena a Operação Lava-Jato, e os rumores imediatos de sua delação premiada fizeram a capital federal tremer. Afinal, mesmo esperada, tratava-se da prisão do ex-todo-poderoso presidente da Câmara, que abriu o caminho para o impeachment de Dilma Rousseff e que chegou a controlar uma “bancada” de mais 200 parlamentares.
A apreensão ficou evidente na reação, ou na falta de reação, do plenário da Câmara, quando o deputado Chico Alencar (PSOL-RJ) anunciou a prisão. Não houve manifestações, nem contra nem a favor, enquanto o deputado fazia o anúncio, como se seus pares ficassem sem ter o que pensar diante do tamanho do estrago de uma eventual delação premiada de Cunha. Integrantes do Conselho de Ética defenderam que ele faça delação. “Se ele tem algo a revelar, acho bom que o faça. É preciso tirar de baixo do tapete muita coisa que estava escondida”, afirmou o deputado Marcos Rogério (DEM-RO), que foi relator do processo de cassação de Cunha.
O impacto da prisão supera o da do ex-senador Delcídio do Amaral, em novembro. Quando foi preso, acusado de obstruir as investigações da Lava-Jato, ele disse que não faria delação, mas acabou cedendo e forneceu revelações comprometedoras que fizeram as investigações avançarem. O temor agora é de que uma eventual delação de Cunha dê novo fôlego à Lava-Jato. Cunha foi preso no início da tarde perto do prédio onde mora por policiais federais e levado em um jato Embraer 145 para Curitiba, onde chegou por volta das 17h30. Antes de encontrar Cunha em Brasília, a Polícia Federal tentou prendê-lo em sua casa na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio, pela manhã. Em seguida, os agentes foram ao apartamento funcional que ele ainda ocupava na Asa Sul, em Brasília. O ex-deputado já tinha uma mala preparada para uma eventual prisão e não teve nenhuma reação à prisão. Ele estava na companhia de um de seus advogados. Além da prisão, a Justiça decretou a indisponibilidade de bens de Cunha no valor de R$ 220.677.515,24. A decisão foi dada pela 6.ª Vara Federal de Curitiba em ação civil de improbidade administrativa movida pela Procuradoria da República na capital paranaense, contra o peemedebista.
A investigação contra Cunha sobre contas na Suíça abastecidas por propinas na Petrobras estava sob responsabilidade do Supremo Tribunal Federal (STF). Cassado pela Câmara, o peemedebista perdeu o foro privilegiado. Os autos foram deslocados, então, para a 13ª Vara de Curitiba, base da Lava-Jato. Na segunda-feira, Moro intimou Cunha para apresentar sua defesa prévia em ação penal que atribui ao ex-deputado US$ 5 milhões nas contas secretas que ele mantinha na Suíça, que seriam oriundos de propina no contrato da Petrobras para exploração do campo de Benin, na África, em 2011. Ao pedir a prisão preventiva, a força-tarefa da Lava-Jato reiterou todos os argumentos já apresentados pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, perante o STF e acrescentosu que, mesmo após ter seu mandato cassado em setembro, o peemedebista “ainda mantém influência nos seus correligionários, tendo participado de indicações de cargos políticos do governo Temer”.
Treze procuradores da República que integram a força-tarefa subscrevem o requerimento de prisão. Os investigadores citam, como exemplo, a nomeação do deputado líder do PR Maurício Quintella, aliado de Cunha, para o Ministério dos Transportes no governo Temer. Na época em que ocupava o cargo de deputado, Quintella votou contra a cassação de Cunha no Conselho de Ética. “Não há que se falar que seu afastamento do cargo de deputado federal seja suficiente para inibir as atividades obstrutivas do representando, pois mesmo afastado da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha ainda mantém influência nos seus correligionários, tendo participado de indicações de cargos políticos do governo Temer”, diz o pedido de prisão acatado pelo juiz Sérgio Moro.
Ao mandar prender Cunha, Sérgio Moro apontou para o ‘caráter serial dos crimes’ do peemedebista e advertiu para o risco de fuga do mais novo prisioneiro da Lava-Jato. O juiz usou como fundamentos do decreto de prisão ‘risco à ordem pública e à instrução do processo’. No longo despacho de 26 páginas em que fundamenta o decreto de prisão de Cunha, Sérgio Moro destacou “a habilidade do acusado em ocultar e dissimular propinas, com contas secretas no exterior, parte não totalmente identificada nem sequestrada, permanece incólume”. O magistrado destacou que “não foi ainda possível identificar toda a dimensão das atividades delitivas de Eduardo Cunha, nem a localização do produto dos crimes em toda a sua extensão”.
"foto: Wilson Dias/Agência Brasil"
Paraná melhora nota de classificação e se qualifica para operações de crédito
Graças ao ajuste fiscal, o Paraná melhorou sua capacidade de pagamento em 2015 e aumentou o seu rating fiscal, mostra o Boletim das Finanças Públicas, divulgado nesta quinta-feira (20) pela Secretaria do Tesouro Nacional (STN), ligada ao Ministério da Fazenda. O Paraná teve sua nota de classificação elevada de C+ para B-. Apenas mais dois Estados– Alagoas e Mato Grosso do Sul - melhoraram o desempenho no ranking da STN.
As notas, que variam de A a D, são definidas pelo Tesouro com base na análise de endividamento, serviço da dívida, resultado primário, despesas com pessoal e outros itens do balanço.
A STN considera como boa a situação fiscal dos Estados com notas A e B, por apresentarem risco médio ou baixo de crédito, além de menor endividamento e baixo comprometimento com serviço da dívida. O rating também tem impacto na concessão de garantias da União para empréstimos dos Estados.
PARA A POPULAÇÃO – O governador Beto Richa afirma que a nota da STN é mais uma demonstração da situação diferenciada do Paraná. “Fizemos o esforço para aumentar a arrecadação e reduzir despesas públicas e estamos colhendo os frutos dessa decisão estratégica”, disse Richa. “É importante salientar que, ao capacitar o Estado a obtenção de financiamentos, estamos garantindo mais investimentos. Isso significa melhoria nas condições de vida dos paranaenses e esse é o objetivo maior”, afirma.
RECONHECIMENTO - De acordo com o secretário da Fazenda, Mauro Ricardo Costa, a nota é o reconhecimento do ajuste fiscal implantado em 2015. Com a melhora na avaliação de risco pela STN, o Paraná entra no rol de Estados que podem receber o aval da STN para operações de crédito. “Foi uma conquista importante e difícil de se obter, o que reforça a necessidade de mantermos a austeridade na condução das contas do Estado”, disse o secretário.
Com a nota B- não há mais impedimento para a liberação de créditos para o Paraná. Com a nota C+, o Estado dependia de concessão de excepcionalidade por parte da União para o aval de empréstimos internacionais.
FINANCIAMENTOS – O Paraná atualmente pleiteia, junto à STN, o aval para três empréstimos junto o Banco Interamericano do Desenvolvimento (BID): Programa Estratégico de Infraestrutura e Logística de Transporte (US$ 300 milhões), Paraná Urbano III (US$ 150 milhões) e Paraná Seguro (US$ 67,2 milhões). Os financiamentos somam R$ 1,5 bilhão e serão direcionados para as áreas de estradas, infraestrutura de municípios e segurança.
Na última terça-feira, Richa reuniu-se em Brasília com a secretária do Tesouro Nacional, Ana Paula Vescovi, para tratar da liberação e recebeu a garantia de que a STN vai dar prioridade na liberação de empréstimos para o Estado.
De acordo com Mauro Ricardo, o Paraná atende aos dois critérios estabelecidos pela STN para a prioridade nas garantias. “O primeiro é ter nota A ou B. O segundo critério é que o Estado foi, entre as unidades da federação, o que menos recebeu autorizações para operação de crédito em relação à sua receita corrente líquida nos últimos seis anos”, disse.
RANKING - A melhora do resultado do Paraná contrasta com o desempenho dos demais estados. Dez deles pioram suas notas. Dos 27 estados, 14 apresentaram classificação B e nenhum obteve nota A.
Na análise dos dados do Paraná, a Secretaria do Tesouro considerou a melhora da relação dívida corrente líquida e receita corrente líquida. Em 2012, essa proporção era de 0,60. Em 2014, era de 0,58 e, em 2015, caiu para 0,49.
O boletim destaca, ainda, o fato de o Paraná ter revertido o déficit do ano anterior de R$ 11 milhões e fechado 2015 superávit primário de R$ 1,7 bilhão.
domingo, 16 de outubro de 2016
Governo do Estado libera mais R$ 7,6 milhões para as escolas
O Governo do Paraná, por meio da Secretaria da Educação, liberou mais de R$ 7,6 milhões para as escolas estaduais. O dinheiro já está disponível na conta das unidades. O dinheiro se refere a cotas de consumo e de serviço do programa Fundo Rotativo e vão atender as 2,1 mil escolas da rede estadual. São duas parcelas de R$ 3,8 milhões. Este ano, R$ 58 milhões já foram repassados às escolas.
Esta é a quarta parcela liberada e para despesas de serviço, que são usadas pelas escolas para pequenas obras e reformas emergenciais, como por exemplo, reparos nas redes hidráulica e elétrica. Para as despesas com compra de itens de materiais de limpeza e expediente essa é a oitava cota liberada.
O chefe da Coordenadoria de Apoio Financeiro à Rede Escolar (CAF), Manoel José Vicente, explica que os recursos estão sendo repassados dentro de um cronograma para facilitar a administração escolar. “Assim os diretores podem comprar na hora o que for necessário. Compras de papel, pequenos reparos podem ser resolvidos sem demora”, esclarece.
EM 2015 - No ano passado, o Governo do Paraná repassou R$ 73,8 milhões do programa Fundo Rotativo para as escolas estaduais. Foram enviadas dez parcelas da cota normal consumo, quatro da cota serviço e duas cotas extras.
Modernização da rede elétrica reduz em 30% desligamentos em Curitiba
A Copel construiu 39 quilômetros de novas redes compactas em Curitiba no primeiro semestre de 2016. Protegidos e mais resistentes, os cabos compactos contribuem para reduzir o índice de desligamentos da rede elétrica. Em comparação com o primeiro semestre de 2015, os desligamentos caíram 30%, em média.
Nos oito primeiros meses de 2015, a duração média de desligamento por consumidor (DEC) na capital era de 3 horas e 43 minutos. Esse índice representa o tempo médio que cada consumidor ficou sem energia no período. Em 2016, o índice no mesmo intervalo alcançou 2 horas e 35 minutos, uma redução de quase um terço.
As novas redes foram construídas em diversas regiões da cidade. As principais obras foram feitas no Bigorrilho, Batel, Fazendinha, Cajuru, Uberaba, Hauer, Boqueirão, Cidade Industrial, Ahu, Pilarzinho, Barreirinha e Santa Cândida.
NO ESTADO - Em todo o Paraná, as equipes da Copel construíram 430 quilômetros de redes compactas no primeiro semestre de 2016. Formada por um conjunto de cabos de aço, condutores cobertos e espaçadores, a rede compacta apresenta melhor desempenho que a rede convencional graças à sua maior proteção. Por isso, pode contribuir para reduzir o número de desligamentos causados pelo contato de galhos, pipas e outros objetos com a rede de distribuição de alta tensão.
“A ampliação das redes compactas confere maior segurança e qualidade ao fornecimento de energia”, diz o diretor de Distribuição, Antonio Guetter. “Ela também contribui para uma convivência harmônica entre a rede elétrica e a arborização urbana, porque as redes compactas ocupam área menor e evitam podas drásticas”, esclarece.
PRIMEIRAS - A Copel foi uma das primeiras empresas a utilizar redes compactas no Brasil, começando a testar a tecnologia em 1994 na cidade de Maringá, que apresentava muitos desligamentos devido à sua densa arborização. Hoje a cidade possui praticamente 100% de sua rede composta por este tipo de cabos. O projeto foi gradativamente ampliado a outros municípios, alcançando 1,3 mil quilômetros de compactas instaladas em 2008. De lá para cá, sua extensão foi ampliada em cinco vezes, alcançando atualmente 8,3 mil quilômetros.
DESLIGAMENTOS PROGRAMADOS - Para substituir a rede convencional pela rede compacta, a Companhia programa desligamentos nos locais onde os novos cabos serão instalados. Esse tipo de interrupção permite que a melhoria seja feita com segurança, evitando riscos para a população e para as equipes que trabalham na rede.
Os desligamentos são precedidos por estudos que visam minimizar o impacto da falta de energia para os consumidores, restringindo ao máximo a área afetada e o tempo do desligamento. “Essas interrupções são muito importantes para trazer melhorias permanentes para os consumidores”, acrescenta Guetter.
A Companhia sempre informa os clientes que serão afetados por uma interrupção para a realização de obras. É possível consultar a programação de desligamentos no site www.copel.com ou por meio do aplicativo Copel Mobile, disponível para smartphones e tablets equipados com sistema Android ou iOS.
200 MIL PESSOAS SÃO VACINADAS CONTRA A DENGUE
O Governo do Estado vacinou 200 mil paranaenses contra a dengue durante a campanha realizada entre 13 de agosto e 24 de setembro. O relatório final de vacinação, divulgado nesta sexta-feira (14), registra que foi alcançado 50% da meta estabelecida na aplicação da primeira dose – algo estimado em 400 mil doses.
Dos 30 municípios contemplados, quatro conseguiram vacinar pelo menos 80% do público-alvo (Munhoz de Mello, Boa Vista da Aparecida, São Jorge do Ivaí e Cruzeiro do Sul). Além disso, outras 10 cidades atingiram boas coberturas vacinais, com índices superiores a 60%. Entre elas estão Paranaguá e Assaí, cuja campanha imunizou crianças, jovens e adultos com idade entre 9 e 44 anos. Nessas cidades, pelo menos 60 mil pessoas foram vacinadas.
“Consideramos o resultado satisfatório, principalmente por termos aplicado a primeira dose em meses onde não há circulação de dengue, o que dá à população a impressão de não haver riscos de contaminação”, explica o secretário estadual da Saúde em exercício, Sezifredo Paz. Ele destaca que durante a segunda fase da campanha, que será realizada entre fevereiro e março nos 30 municípios prioritários, também será possível aplicar a primeira dose em quem não se vacinou.
“É mais uma oportunidade para que as pessoas contempladas com a vacina sejam imunizadas nos municípios onde são registrados mais casos de dengue. O objetivo é reduzir a circulação viral e proteger indiretamente toda população”, ressalta Sezifredo.
“Com a adoção da vacina, estamos transformando a dengue em uma doença imunoprevinível. Antes, ela sequer tinha tratamento específico. Ao vacinar nos municípios que registram mais casos e mortes por dengue, estamos protegendo indiretamente toda população”, ressalta Sezifredo.
As pessoas que foram imunizadas na primeira etapa da campanha deverão voltar aos postos de vacinação para a segunda dose em fevereiro/março de 2017 e a terceira dose será aplicada em setembro, em datas a serem confirmadas.
A superintendente diz que o sucesso da vacinação em alguns municípios se deve à adoção de estratégias diferenciadas para busca ativa do público alvo.
“Nossas equipes estaduais se uniram aos profissionais dos municípios para imunizar o maior número de pessoas. O público jovem, principalmente entre 15 e 27 anos, não tem o hábito de frequentar unidades de saúde, por isso foi necessário adotar outras estratégias para atingi-los, como a oferta da vacina em escolas, universidades, igrejas e shoppings, por exemplo. Nas próximas etapas, vamos priorizar essa abordagem”, disse.
ELIMINAR CRIADOUROS – Apesar de oferecer a vacina como uma nova ferramenta para o combate à dengue, a secretaria estadual da Saúde ressalta que a população deve continuar eliminando os possíveis criadouros do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue e também de outras doenças sérias como zika e chikungunya.
“O hábito de vistoriar as casas, quintais e seu ambiente de trabalho em busca de recipientes que acumulam água, deve ser permanente. Somente assim evitaremos a infestação do mosquito transmissor e manteremos nosso estado liuvre dessas doenças”, diz a chefe do Centro Estadual de Vigilância Ambiental, Ivana Belmonte.
No boletim epidemiológico divulgado nesta semana, foram confirmados 90 casos de dengue no Paraná desde agosto deste ano, dos quais 78 são casos autóctones, em que a pessoa adquiriu a doença no município de residência. Os municípios com maior número de casos confirmados são Londrina (19), Cambé (10), Maringá (9), Jataizinho (8), Cascavel (5) e Marialva (4).
terça-feira, 6 de setembro de 2016
Campanha de vacinação gratuita contra a dengue vai até dia 24
Moradores dos 30 municípios do Estado escolhidos para receber a vacina da dengue devem procurar uma Unidade de Saúde até o dia 24. Até esta quinta-feira (1), 100 mil paranaenses tinham sido imunizados. A meta é atingir 80% das 500 mil doses de vacinas compradas para imunizar a população.
“Fomos o primeiro Estado a ofertar a vacina da dengue gratuitamente pela rede pública de saúde. No último período epidemiológico, mais de 55 mil paranaenses foram atingidos pela doença, então buscamos uma nova estratégia para que a situação não se repita”, afirma o secretário de Estado da Saúde, Michele Caputo Neto.
Em 28 municípios, a campanha abrange a faixa etária entre 15 e 27 anos. A vacinação em Assaí e Paranaguá, que tiveram incidência da doença superior a 8 mil casos a cada 100 mil habitantes, é para pessoas de 9 a 44 anos.
A Secretaria da Saúde pede o apoio da população dos municípios escolhidos para se vacinar. “Estamos trabalhando intensamente para mudar o cenário da dengue no Estado. Imunizando o público-alvo da campanha vamos conseguir diminuir a circulação do vírus e, indiretamente, proteger a todos”, ressalta a superintendente de Vigilância em Saúde, Cleide de Oliveira.
FAMOSOS – O apresentador Danilo Gentili, que já teve dengue, deu um recado em sua página oficial do Facebook. “Pegar dengue é horrível. Mas quem mora no Paraná tem a vacina disponível de graça. Informem-se e vão se vacinar”, reforça Gentili. O vídeo pode ser assistido pelo link: https://www.facebook.com/Danilo.Gentili.Oficial/?fref=ts.
Quem passou por Paranaguá e já recebeu a vacina foi a medalhista olímpica de vôlei de praia Ágatha Bednarczuk. “Convido e convoco a população a se vacinar e juntos vencermos a dengue”, afirmou Ágatha.
Em Paranaguá, a atleta mantém uma ONG que utiliza o voleibol de praia e o futebol de areia como ferramentas para inclusão social de crianças e jovens.
MUNICÍPIOS – Os 30 municípios do Paraná que foram contemplados com a vacina concentram 80% dos casos de dengue no Paraná, 93% dos casos graves e 82% das mortes pela doença.
São eles: Paranaguá, Foz do Iguaçu, Santa Terezinha de Itaipu, São Miguel do Iguaçu, Boa Vista da Aparecida, Tapira, Santa Isabel do Ivaí, Cruzeiro do Sul, Santa Fé, Munhoz de Mello, Marialva, Paiçandu, São Jorge do Ivaí, Maringá, Mandaguari, Sarandi, Iguaraçu, Assaí, Ibiporã, Jataizinho, Porecatu, Bela Vista do Paraíso, Cambé, Londrina, Sertanópolis, Leópolis, São Sebastião da Amoreira, Itambaracá, Cambará e Maripá.
Até esta quinta-feira (1), 100 mil paranaenses tinham sido imunizados. O município de Munhoz de Mello, por exemplo, já vacinou 77% da população alvo e deve bater a meta da campanha até esta sexta-feira (2).
O alerta maior é para as cidades de Foz do Iguaçu, Londrina e Maringá, que têm os piores índices da campanha: 14%, 13% e 13%, respectivamente.
Greca dispara nas intenções de votos em Curitiba
A corrida esta cada vez mais favoravel ao candidato do PMN Rafael Greca de Macedo para o pleito deste ano, com a adesão por parte de diversos seguimentos da sociedade além dos partidos aliados; A pesquisa DataCenso, contratada pela Rede Massa, revela os seguintes números para a disputa da prefeitura de Curitiba: Rafael Greca (34,8%); Gustavo Fruet (17,8%); Ney Leprevost (12,2%); Requião Filho (7,2%); Tadeu Veneri (3,2%); Maria Victoria (2,1%); Xenia Mello (0,8%); Ademar Pereira (0,3%); Afonso Rangel (0,2%); Voto Nulo, Branco ou Nenhum (10%); Não Sabe/Não Respondeu (11%).
Número de identificação: PR-04405/2016. Pesquisa realizada entre os dias 31 de agosto e 4 de setembro. Ouviu 1500 pessoas e foi encomendada pela Rádio e Televisão Iguaçu SA com o custo de R$ 13.000,00.
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